segunda-feira, 21 de maio de 2018


4. PROPOSTA PEDAGÓGICA


  • Jogar e brincar. Momentos de faz de conta, roda, jogos coletivos com regras, jogos de encaixe, quebra-cabeça, jogos verbais, brincadeiras no parquinho, na sala e em todo e qualquer lugar.  
  •  Ouvir histórias. É muito importante assegurar a qualidade da literatura com a qual os pequenos entram em contato. 
  •  Construir a identidade e a autonomia. Proporcionando situações nas quais as crianças tenham a oportunidade de se perceber como indivíduo, de aprender a conviver e respeitar o outro e de, gradualmente, ser capaz de cuidar de si e tomar decisões é uma meta da Educação Infantil.
  •  Falar, perguntar, argumentar. Aprender a se comunicar cada vez com mais desenvoltura e clareza, saber se posicionar e explicitar os desejos, necessidades ou ponto de vista é fundamental durante toda a vida. No entanto, o planejamento do eixo de Oralidade nessa etapa é um dos mais esquecidos.
  •  Pesquisar. Observar, perguntar e comparar são atitudes comuns entre as crianças. Cabe à escola propiciar situações para que elas possam pesquisar temas e assuntos de interesse. Se o planejamento for bem elaborado, os pequenos farão grandes descobertas, aprenderão a analisar e compartilhar o conhecimento e, o mais importante, visualizar as próprias aprendizagens.
  •  Desenhar, pintar e colar em Artes Visuais. A presença da expressão artística, da apreciação das obras de arte, da experimentação de novos suportes, dos meios e materiais é essencial na Educação Infantil, pois a Arte Visual é uma linguagem vital na expressão e comunicação humana. Infelizmente, ainda existem escolas em que o estereótipo e os desenhos para colorir são a tônica.
  • Ler e escrever. Situações de leitura e escrita acontecem na vida de uma criança desde que ela é bebê e interage com o mundo que a cerca. Estamos rodeados desse código de registro e comunicação e, desde muito novas, as crianças tentam compreendê-lo. É papel da escola é propor situações reais de leitura e de escrita, oportunizar e valorizar as inúmeras tentativas dos pequenos de atuar como leitores e escritores. É preciso, então, considerar sempre os saberes e o próprio jeito deles de ler e de escrever.
  •  Recitar, contar e quantificar. São inúmeras as situações de uso real ou de brincadeiras em que recitar os números, contar os objetos ou estimar a quantidade se faz necessário. Claro que é fundamental que essas atividades tenham um objetivo explícito para as crianças, pois só assim elas farão sentido e proporcionarão aprendizagens.
  • Cantar ou apreciar músicas. O canto, a apreciação de obras musicais, a participação em brincadeiras de dança e a experimentação de ritmos são essenciais, pois possibilitam muitas aprendizagens para as crianças.



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