segunda-feira, 21 de maio de 2018

6. REFERÊNCIAS


ILVA, Daniela Regina da. Psicologia Geral e do Desenvolvimento. Associação Educacional Leonardo da Vinci (ASSELVI). – Indaial: Ed. ASSELVI, 2006.

WEIDUSCHAT, Íris. Didática e avaliação. Associação Educacional Leonardo da Vinci
(ASSELVI): Indaial: Ed. ASSELVI, 2007, 2. ed.

CRAIDY, Maria e KAERCHER, Gladis. Educação Infantil: pra que te quero. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. p. 143.

LIMA, Maria Socorro Lucena; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez Editora, 2004. p. 227.

5. CONCLUSÃO

    
      Nessa minha caminhada, de aprendizagens e na construção de sentidos para as dúvidas e questionamentos que surgiram, estive atenta e pude participar dos diferentes momentos de interação entre os alunos, na reunião de pais, no conselho de classe, e na festa de encerramento do ano letivo de 2016.
      A escola tem o dever de respeitar o tempo de aprendizagem de cada criança, ela deve utilizar diversos meios, para que possa lhe transmitir o conhecimento. A instituição deve compreender aceitar e trabalhar, com os diferentes tipos de cultura que chegam até ela, cada criança possui sua própria bagagem.
      O ensino na educação infantil não deve ser articulado para agradar os pais que procurem resultados, ele deve ser algo lúdico, fazendo com que a criança deseje vir a escola, gostem de estar neste ambiente, e que ao chegar em sua casa ela comente entre seus pais como foi divertido seu dia.
      A educação infantil é o primeiro contato entre a criança e escola e devido a isso ela deve ser muito bem articulada, pois determinada atitude incorreta, pode gerar um trauma, e uma grande recusa desta criança com a escola. O papel dessa instituição, nesse contexto, passa a ser determinante, ajudando a criança a se inserir na cultura, compartilhando com a família a responsabilidade pela formação humana de seus filhos.  
      A partir da observação, participação e colaboração efetiva durante as 132 horas em que estagiei na classe do maternal na Escola Interarte, no bairro de Burraquinho, Rua Ismar Pratés, s/n - Sítio Florilar, Lauro de Freitas - BA, 42700-000, presenciei oportunidades e vivências que são discutidas e demonstradas na academia, como experiências fundamentais para os professores aprendizes no percurso de sua formação, que enriquecem nossa “experiência” diante do desafio de estar à frente de uma turma, ou já estar atuando como professor. Fato que não nos afasta das dúvidas e anseios diante dos diversos problemas enfrentados pela educação brasileira e os indivíduos responsáveis por levar adiante “planos”, ”metas”, ”índices”, que não realizam ações necessárias há muito tempo. 
      Essas ações que acredito fundamentais para a melhoria da educação, bem como, um novo significado de escola, realmente democrática e justa e que faça sentido nesta sociedade de instabilidades e incertezas, onde acredito ser necessária e evidente a escola como local de formação integral para a vida e para o mundo do trabalho, bem como, local privilegiado de trocas de conhecimentos e experiências, tende funcionar de modo mais igualitário e fazendo sentido para a vida de seus atores. Afinal, “o estágio pode ser a oportunidade de começarmos a pesquisar nossa prática docente e os espaços onde esta acontece.” Pimenta e Lima ( 2004. p.227.)
       Nos momentos de convivência no interior da escola e fora também, pude refletir sobre minha ação docente-aprendiz, onde concluí que são necessários o estudo e desenvolvimento de diversas aptidões e inteligências mais as questões materiais de recursos suficientes para que uma equipe possa desenvolver uma prática que proporcione as crianças o desenvolvimento integral e humanista. Neste, sentido, concordo que há uma necessidade de produzirem-se novas práticas menos engessadas e mais funcionais que auxiliem os profissionais da educação que enfrentam um momento de muitos anseios e dúvidas a respeito de seu papel diante de uma sociedade de incertezas e desafios. 
      Percebi que as crianças da turma em que realizava o estágio eram estimuladas a aprender e descobrir através de oportunidades criadas pela educadora e sua auxiliar. Outro aspecto importante observado foi o modo de avaliação adotado pela escola, que me chamou a atenção, devido ao cuidado e interesse por resultados positivos por parte de toda a equipe e família envolvidas no processo educacional com o direcionamento e gestão da Diretora da instituição.      
      Assumir essa nova dimensão das creches e pré- escolas é promover os cuidados necessários a preservação da vida, contribuindo efetivamente para o aprendizado do auto cuidado, ligado às necessidades básicas de alimentação, sono, higiene, saúde. Esse aprendizado se estende até o conhecimento das leis mais gerais que reagem a natureza e a cultura, passando essencialmente pelo aprendizado do brincar, exercitado cotidianamente nos jogos de faz de conta, que possibilitam a ela a compreensão e  a transformação dos demais aspectos. 
      Analisando criticamente, os estágios supervisionados de licenciaturas deveriam ter uma carga horária bem maior do que é atualmente. A arte de educar certamente é a mais nobre de todas. O professor deve estar sempre atento à sua formação, pois, o mundo está em constante transformação. Paulo Freire apud Weiduschat (2007, p. 51), diz que: “Esta atividade exige que sua preparação, sua capacitação, sua formação se tornem processos permanentes”. 
      Ao termino do estágio, fiz uma reflexão de tudo que vivenciei na sala de aula, percebi que criança gosta mesmo é de “coisas de crianças”, brincar, correr, se sujar, pintar, gritar e etc. E cabe a nós professores realizar esta mediação para que a educação infantil seja “divertida” para essas crianças.  


4. PROPOSTA PEDAGÓGICA


  • Jogar e brincar. Momentos de faz de conta, roda, jogos coletivos com regras, jogos de encaixe, quebra-cabeça, jogos verbais, brincadeiras no parquinho, na sala e em todo e qualquer lugar.  
  •  Ouvir histórias. É muito importante assegurar a qualidade da literatura com a qual os pequenos entram em contato. 
  •  Construir a identidade e a autonomia. Proporcionando situações nas quais as crianças tenham a oportunidade de se perceber como indivíduo, de aprender a conviver e respeitar o outro e de, gradualmente, ser capaz de cuidar de si e tomar decisões é uma meta da Educação Infantil.
  •  Falar, perguntar, argumentar. Aprender a se comunicar cada vez com mais desenvoltura e clareza, saber se posicionar e explicitar os desejos, necessidades ou ponto de vista é fundamental durante toda a vida. No entanto, o planejamento do eixo de Oralidade nessa etapa é um dos mais esquecidos.
  •  Pesquisar. Observar, perguntar e comparar são atitudes comuns entre as crianças. Cabe à escola propiciar situações para que elas possam pesquisar temas e assuntos de interesse. Se o planejamento for bem elaborado, os pequenos farão grandes descobertas, aprenderão a analisar e compartilhar o conhecimento e, o mais importante, visualizar as próprias aprendizagens.
  •  Desenhar, pintar e colar em Artes Visuais. A presença da expressão artística, da apreciação das obras de arte, da experimentação de novos suportes, dos meios e materiais é essencial na Educação Infantil, pois a Arte Visual é uma linguagem vital na expressão e comunicação humana. Infelizmente, ainda existem escolas em que o estereótipo e os desenhos para colorir são a tônica.
  • Ler e escrever. Situações de leitura e escrita acontecem na vida de uma criança desde que ela é bebê e interage com o mundo que a cerca. Estamos rodeados desse código de registro e comunicação e, desde muito novas, as crianças tentam compreendê-lo. É papel da escola é propor situações reais de leitura e de escrita, oportunizar e valorizar as inúmeras tentativas dos pequenos de atuar como leitores e escritores. É preciso, então, considerar sempre os saberes e o próprio jeito deles de ler e de escrever.
  •  Recitar, contar e quantificar. São inúmeras as situações de uso real ou de brincadeiras em que recitar os números, contar os objetos ou estimar a quantidade se faz necessário. Claro que é fundamental que essas atividades tenham um objetivo explícito para as crianças, pois só assim elas farão sentido e proporcionarão aprendizagens.
  • Cantar ou apreciar músicas. O canto, a apreciação de obras musicais, a participação em brincadeiras de dança e a experimentação de ritmos são essenciais, pois possibilitam muitas aprendizagens para as crianças.



3. PLANO DE ESTÁGIO


Objetivos:
Desenvolver a coordenação motora grossa e fina

Familiarizar-se com a escrita

Manipular objetos, brinquedos, descobrindo características como

Tamanho, espessura, cor, etc..

Conhecer o próprio corpo;


Atividades de rotina:

Acolhida

Calendário

Chamada

Quantos somos?

Agenda do dia

Roda da conversa

Roda da história

Desenho livre


Linguagem oral e escrita:

Trabalho com a música “ Eu vou , banca de neve e os sete anões, branca de neve"
Vogais: A, E, I, O e U.
Nome dos Anões
Colagem com barbante.

Pintura com giz de cera.



Matemática:

Trabalho de classificação e seriação com os blocos lógicos

Contagem dos Anões
Formar grupos de alunos 


Ciências:

Esquema corporal: ”Banho imaginário”.

Cantar a música “Chuveiro chuveiro”.


 Brincar


      Para que as crianças possam exercer sua capacidade de criar é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas nas instituições, sejam elas mais voltadas às brincadeiras ou às aprendizagens que ocorrem por meio de uma intervenção direta. Para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade da brincadeira ocorre por meio da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade.


      Toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das idéias, de uma realidade anteriormente vivenciada. No ato de brincar, os sinais, gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser. Ao brincar as crianças recriam e repensam os acontecimentos que lhes deram origem, sabendo que estão brincando. O principal indicador da brincadeira, entre as crianças, é o papel que assumem enquanto brincam. A brincadeira favorece a auto-estima das crianças auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar contribui, para interiorização de determinados modelos de adulto, no âmbito de grupos sociais diversos.

     


sexta-feira, 11 de maio de 2018

2. DESENVOLVIMENTO


Segundo Silva, 2007, p. 35. “A primeira concepção que deve nortear o papel do professor é: ‘aprender e ensinar’ e ‘ensinar e aprender’. Ambas constituem um processo dinâmico, onde um não existe sem o outro. Ensinar pressupõe um aprendizado.”o estágio é o momento de sairmos da teoria e, na prática observar e participarmos de todo o processo de ensino aprendizagem que se dá no ambiente escolar, os desafios e imprevistos que surgem e podem servir para ponto de partida para novas descobertas e aprendizagens.
A escola Interarte, esta situada na Rua Ismar Prates, S/N – Sitio Florilar, Nº 1, Buraquinho, Lauro de Freitas – BA, iniciou seu funcionamento no ano de 2008, O nome da Escola foi pensado na ‘’INTERAÇÃO HUMANA COM AS ARTES’’ o sujeito em formação, vivencia e experimenta por meio das artes, situações que revelam sua condição humana.
Objetivando a transmissão de importantes valores, a marca e o nome da nossa Escola Interarte e Centro de Estudos em Aprendizagem Humana foram desenvolvidos. O broto do feijão estampado e inspirado com a composição do artista plástico Mondrian, sintetiza o diferencial da Interarte: um espaço natural com imensa área verde, com ar e sentido de natureza viva, relacionado a um trabalho pedagógico baseado no valor da vida humana, em conexão com o conhecimento em todas as dimensões: sociais, afetivas, cognitivas, físicas, artísticas, culturais e ambientais.
As cores utilizadas são as mesmas das composições do artista plástico Mondrian; azul, vermelho e amarelo, ou seja, as cores primárias, as mais fáceis de serem percebidas, pois não precisam de nenhuma mistura para existirem, ‘’como o Ser Humano, que pode ser admirado pelo simples fato de ser ele mesmo’’. O contorno grosso também é semelhante ao usado por Mondrian, pois assim, as cores ficam isoladas e mais destacadas, o verde foi escolhido no lugar do preto da composição, fazendo referência à natureza, que é um diferencial no espaço da Escola Interarte. Árvores frutíferas, coelhos, jabutis, galinhas, pintinhos, porquinhos da índia, horta, jardim e plantas medicinais, fazem o diferencial no espaço da Escola Interarte.
Ao chegar à escola, fui recebida pela diretora, que me acompanhou até a sala onde realizaria minha prática de aluna/aprendiz. A professora foi gentil e me recebeu com as crianças que demonstraram animação com a chegada de uma nova pessoa para conviver com eles nos momentos das aulas. Durante as duas primeiras semanas, me dediquei a observar todos os espaços dentro da escola, às aulas que a professora ministrava suas práticas e a maneira de como se daria todo esse processo de estar na escola Interarte, como aluna aprendiz e colaboradora.
Passado este primeiro momento de conhecimento do lugar e as práticas ali estabelecidas, tive a oportunidade de participar das atividades como colaboradora e estimulando os pequenos a aprender de forma divertida nos momentos de interação com colegas, educadora e demais atores deste processo de desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e intelectual. Pois, a principal tarefa do professor é, portanto, interferir no que Vigotski chamou de Zona de Desenvolvimento Proximal. “A Zona de Desenvolvimento Proximal é a distância entre aquilo que o ser humano consegue fazer sozinho e o que ele consegue desenvolver com a mediação do outro.” Silva (2007, p. 13). 
Após um mês com a turma percebi como um elo que une as partes envolvidas no ensino e aprendizagem dos alunos, estabelecendo uma ponte entre todos os setores da escola, formando uma rede interligada por interesses comuns (as crianças). Cada setor, desenvolve um trabalho de liderança, que ajuda a escola a desempenhar melhor o processo educacional. Conta de diversos servidores que exercem as funções de apoio ao pedagógico, suma importância no fazer da escola, adquirindo uma postura de responsabilidade e liderança em tudo que faz, proporcionando a interação das crianças como sujeitos ativos e criativos, que estão expostas o tempo todo a dar sentindo e ir ao encontro do significado em suas descobertas de aprendizagem, promovendo e incentivando os educandos na construção de competências e habilidades.
A escola possui uma estrutura de alvenaria em bom estado de conservação, de laje e com a previsão da construção de uma quadra esportiva, piscina, mini zoológico, enfermaria, biblioteca, refeitório, secretaria, parque e estacionamento.  .
Interarte possui 9 salas com a previsão e espaço disponível para o  aumento do número das mesmas. O Setor Saúde da Escola Interarte conta com nutricionista e enfermeiras diariamente. A alimentação saudável, na cozinha tudo é elaborado com muito cuidado, com temperos fresquinhos, sem adição de conservantes e acompanhado por uma nutricionista, que elabora semanalmente os cardápios e envia para as famílias acompanharem e incentivarem ao longo da semana. 
 A parte externa é parcialmente coberta e possui brinquedos adequados ao tamanho e faixa etária dos alunos. Nas salas foi percebido que contam com móveis que atendem a essa exigência. A escola conta ainda com 2 banheiros com vasos sanitários para crianças menores e 3 no tamanho natural, possui também um espaço para as crianças descansarem após o almoço que é servido às 11h da manhã para as crianças que ficam no horário integral, sala dos professores e secretaria. Ao lado dos banheiros, na parte externa do pátio, está um lavatório com extensão para 4 (quatro) torneiras que são utilizadas pelas crianças nos momentos de higiene bucal e das mãos.
Durante as aulas que aconteceram somente no turno da tarde, o início se davam às 13h, as crianças chegavam à escola e, com o auxílio da auxiliar, eram guardados os lanches que necessitavam de refrigeração enquanto elas ficavam em fila e depois, seguirem até as salas de aula. 
Existem atividades opcionais como natação, capoeira, balé, judô, teatro, musica e coral, na rotina das crianças que ficam na escola o dia todo, bem como das crianças que não ficam, acontecendo no turno oposto à sala de aula, sendo desenvolvidas por profissionais específicos, em horários pré-determinados e precisa ser contratadas a parte. Dentro da sala do maternal, haviam 8(oito) alunos, havia 2(mesas) mesas com 4(cadeiras cada mesa) de acordo com o tamanho das crianças, a sala é ampla com duas janelas, um espaço com brinquedos, uma espaço com livros que frequentemente eram lidos para os alunos, atividade que depois de alguns dias de reconhecimento do espaço, suas regras e rotina, tive a oportunidade de realizar com os alunos e percebi o quanto mesmos tão pequenos, já demonstravam atenção e curiosidade para ouvir as histórias que lia para eles. Desse modo, concordo que “É importante criar -e garantir- na rotina em que as crianças e sua professora ou adulto responsável pelo grupo leiam e escrevam, explorando as relações entre a utilização da linguagem escrita com a organização do mundo em que vivem.” Junqueira Filho (2001, p.142). Nos momentos de estimulação e atividades que participei, observei que era oferecida aos alunos a chance de aprender de maneira lúdica, planejada e com o atento cuidado da educadora que nesta fase de ensino precisa sentir-se segura com a sua prática e formação para realizar um trabalho que ofereça aos alunos meios de desenvolver suas aptidões e talentos.

1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho tratará de demonstrar através de minha vivência e pesquisa, a experiência de estagiar na escola INTERART, Rua Ismar Prates, S/N – Sitio Florilar, Nº 1, Buraquinho, Lauro de Freitas – BA, durante o periodo de Agosto de 2016.Apresentarei também, como exigência da Disciplina Estágio Supervisionado I a descrição e conclusões, bem como, os resultados alcançados com a execução de meu projeto de intervenção “A IDENTIDADE E OS PERSONAGENS”, que se caracteriza na práticas da leitura e escrita de maneira lúdica e que desperte a curiosidade e interesse dos aluno.Dessa forma, relatarei através de 3(três) capítulos que dividem-se em Introdução, desenvolvimento e Conclusão, a experiência de estagiar e participar de diferentes momentos de interação da escola com as famílias e a comunidade do entorno de onde está situada o Espaço Escolar Interarte C. de Est.em Aprendizagem Humana Ltda-Me                                                                                                                                                                                                                                                    


SUMÁRIO




  1. INTRODUÇÃO
  1. DESENVOLVIMENTO
  1. PLANO DE ESTAGIO
  1. PROPOSTA PEDAGÓGICA
  1. CONCLUSÃO
  1. REFERÊNCIA